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segunda-feira, 21 de março de 2011

Futuro?
Bem, muito sinceramente não tenho uma opinião muito concreta sobre o meu futuro. Talvez seja absurdo e não tenha sentido nenhum, mas eu não sei qual a profissão que quero exercer mais tarde, não pensei sequer onde irei viver, e nem faço ideia com quem. Penso em constituir família, sim, mas lá virá o tempo. Acho que agora há assuntos com mais prioridade do que este.
Não quero crescer rápido, mas também não quero ser sempre uma “ignorante”. Quero viver cada coisa com intensidade e fazer a minha história de vida. Quero crescer ao ritmo adequado.
Preocupo-me com o futuro, aliás com o de todos nós, mas não no sentido do que ele irá ser, se este ou aquele será trolha ou advogado, ou então se viverá em Portugal ou no estrangeiro, se terá dois ou cinco filhos, ou essas coisas assim …
Não, não é isso que me mostra a visão do futuro. Eu vejo-o como uma linha que avisto bem lá no fundo, que se vai aproximando, como o nível de um jogo que só conhecerei depois de passar aquele em que estou agora. No fundo, aquilo que me interessa, me aflige é como será a nossa vida futuramente… Ou melhor, será que haverá vida nos próximos vinte ou trinta anos?
É isso que realmente me faz preocupar com o futuro. Não quero planear nada que não sei se se realizará! As coisas avançam a um ritmo inigualável e o nosso planeta está a ficar cansado. Talvez amanhã tudo acabe, ou talvez não, não sei…
Por agora eu quero viver o presente construindo a base do meu futuro, que um dia, um dia, eu descobrirei…
Joana Catarina Teixeira

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